Case
Marketplace B2B de locação
Uma operação que precisava conectar fornecedores, clientes e administração em um mesmo ecossistema digital.
Case publicado de forma anônima, a pedido do cliente. Descrevemos a arquitetura e o problema resolvido, sem identificar a empresa nem expor dados do projeto.
O desafio
Construir uma plataforma capaz de conectar diferentes perfis em uma operação com catálogo, localização, solicitações, regras comerciais, administração e acompanhamento do fluxo.
O processo já existia e funcionava fora do software — por telefone, planilha e mensagem. O problema não era inventar um negócio, era transformar um negócio que já rodava em algo que suportasse volume, controle e histórico.
A solução
Um produto só, em três camadas, com as regras de negócio concentradas no backend para que web e mobile se comportem da mesma forma.
Mobile
- Flutter para Android e iOS
- Base de código única
- Publicação nas duas lojas
Web
- Aplicação para o cliente
- Área da operação
- Painel administrativo
Backend
- API própria
- Regras de negócio no servidor
- PostgreSQL
Complexidade resolvida
Cada item abaixo é uma regra que existia na operação e precisou virar comportamento de sistema.
Múltiplos perfis
Permissões e telas distintas para quem oferta, quem contrata e quem administra a plataforma.
Catálogo
Cadastro, disponibilidade e condições comerciais mantidos por cada fornecedor.
Geolocalização
Proximidade e área de atendimento como critério real de disponibilidade.
Busca
Filtros combinados sobre catálogo, localização e disponibilidade.
Regras comerciais
Cálculo de condições e validações que antes viviam na cabeça de quem atendia.
Workflows de aprovação
Solicitação, análise, aceite e recusa como estados explícitos, com histórico.
Administração
Gestão de usuários, moderação de cadastros e acompanhamento da operação.
Comunicação
Troca de mensagens entre os perfis dentro do fluxo da solicitação.
Produto preparado para evoluir
A plataforma foi estruturada primeiro como um MVP: o conjunto mínimo capaz de colocar a operação inteira em uso real, sem simulação e sem etapa manual escondida.
A partir daí, cada validação com o cliente virou entrada para o ciclo seguinte. Funcionalidades que ficaram fora do MVP foram registradas como fases posteriores, e a arquitetura foi montada para recebê-las sem reescrita.
O que esse projeto demonstra
Software sob medida não é apenas desenvolver telas. É entender uma operação, transformar regras de negócio em software e construir uma base que possa continuar evoluindo.